Silício Fluminense

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O Silício Fluminense – Incubadora de Jogos Digitais, Empreendimentos e Economia Criativa de Engenheiro Paulo de Frontin (SFInJE), localizado no IFRJ campus Eng. Paulo de Frontin, que hoje ocupa praticamente 1/6 de todo prédio principal do campus, possui sua origem quase que em conjunto com a proposta de criação da unidade, não a toa, que em 23 de maio de 2013, o município publicou em seu Diário Oficial, a lei municipal 1.122/2013 com benefícios fiscais para empresas regulares do ramo de tecnologia de informação e jogos digitais. Segundo a resolução nº 26 de 30 de junho de 2014 do Conselho Superior do IFRJ, que aprovou o projeto pedagógico do curso superior de tecnologia em jogos digitais, pode-se perceber a importância da incubadora, tanto na seção que aborda a justificativa de oferta do curso, que aponta para o incentivo à criação e colocação de empresas em incubadoras e processos de transferências tecnológicas (página 53), quanto na seção que aborda os programas de fomento à graduação, onde o curso buscará constituir um conjunto de empresas incubadas da área de jogos digitais (Pág. 99).

No dia 13 de agosto de 2014, o IFRJ pôs institucionalmente em pauta a discussão da criação de uma incubadora no Campus Eng. Paulo de Frontin, durante reunião conjunta ocorrida na Reitoria com a presença dos pró-reitores da Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-graduação (ProPPI), Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) e Pró-Reitoria de Ensino Médio e Técnico (ProET), e a pró-reitora adjunta da ProPPI, também participaram da reunião o representante da Agência Nacional do Cinema (Ancine), o gerente do Programa de Empreendedorismo da IBM Brasil, a assessora de Audiovisual da Superintendência do Audiovisual da Secretaria de Cultura/RJ, a coordenadora de Economia Criativa da Secretaria de Cultura/RJ, o representante do programa StartupRio, da Secretaria de Ciência e Tecnologia/RJ, o gerente do Escritório Regional Centro Sul do Sebrae, o consultor do Sebrae para o polo de TI de Eng. Paulo de Frontin, e o representante do Sebrae nas ações de fortalecimento de empresas de TIC.

No dia 7 de janeiro de 2016, foi designado no âmbito do campus um Grupo de Trabalho (GT) responsável pela criação e revisão dos documentos institucionais da incubadora, tais como regimento, editais e contratos,  discutido e aprovado dia 4 de fevereiro de 2016, durante reunião ordinária no Colegiado de Campus (CoCam) do IFRJ campus Eng. Paulo de Frontin. Os documentos desenvolvidos pelo GT, foram submetidos e avaliados positivamente pela Procuradoria Federal junto ao IFRJ em 26 de janeiro de 2017, seu Regimento Interno foi aprovado pelo Conselho Superior do Instituto Federal, por meio da resolução nº 04 de 6 de março de 2017. Já a portaria que em 7 de março de 2017 indicara o Coordenador da Coordenação de Pesquisa, Inovação e Incubadora, sendo ratificada em 4 de maio de 2017 por meio da conclusão da eleição para Coordenador da Incubadora e do NPD, conforme edital interno no. 04/2017. Com isso, o Instituto Federal do Rio de Janeiro, pela primeira vez, passou a compor um seleto grupo de instituições, que possuem uma incubadora de empresas tanto de fato, quanto de direito, e a exemplo da maioria das universidades e institutos por todo país. No dia 24 de maio de 2017 foi criado pela equipe da DTI um site na internet como subdomínio do domínio institucional, em 7 de agosto de 2017, foi realizada prestação de contas das ações realizadas até aquele momento a todos(as) os(as) diretores(as)-gerais, sistemicos, pró-reitores(as) e reitor do IFRJ durante reunião ordinária do Colégio de Dirigentes. Após um piloto de quase 30 dias entre agosto e setembro, que em 8 de setembro de 2017, que finalmente é lançado o primeiro edital de ocupação do Núcleo de Produção Digital (NPD) Silício Fluminense, dando efetivamente início ao funcionamento.

Captação de investimentos

Com um investimento total de R$ 485 mil captados, a ideia de uma incubadora de empresas em Eng. Paulo de Frontin, apenas conseguiu se materializar através da conquista de investimentos 100% externos a matriz orçamentária do campus por meio do encontro de duas políticas públicas: a primeira, de âmbito estadual, iniciada em 24 de outubro de 2014, após figurar entre os projetos avaliados e aprovados por meio do edital FAPERJ Nº 37/2014 – Apoio a Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica no Estado do RJ – 2014” da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), recebendo em 4 de janeiro de 2016 aporte que chegou a R$ 228 mil em execução de recursos públicos concluída a 30 de janeiro de 2017, permitindo acesso a materiais permanentes, softwares e equipamentos específicos para uma incubadora desta natureza e nível de complexidade.

Já a segunda política pública, esta no âmbito federal, iniciou-se em 5 de agosto de 2015, após encontro com o Ministro da Cultura, em agenda no Rio de Janeiro, e gerou como consequência, reunião com o secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura e equipe, em Brasília, no dia 4 de setembro de 2015, que levou a um investimento, por meio de um Termo de Execução Descentralizado (TED) de aproximadamente R$ 80 mil, assinado em 21 de outubro de 2015, que nos permitiu a compra dos primeiros computadores destinados a formação de um núcleo de produção audiovisual; Concluída esta etapa, novamente foi realizada outra reunião com a secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, em Brasília, no dia 3 de maio de 2017, ratificado ao campus, após assinatura do acordo de cooperação técnica nº 17/2017 24 de julho de 2017 para destinação do kit de um Núcleo de Produção Digital (NPD), concluindo esta política pública, ao se retirar, no dia 8 de agosto de 2017, no Centro Técnico Audiovisual (CTAv) da Secretaria do Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura, desta com a cessão de equipamentos, investimento de aproximadamente R$ 177 mil, o que permitiu acesso a ainda mais materiais para produção e pós-produção cinematográfica de alta qualidade.

Reuniões, missões e visitas técnicas a outras incubadoras

Um projeto desta natureza não se constroi sem observar experiências de Incubadoras de Empresas em outras instituições públicas, confessionais e privadas, por este motivo que em 2012 o IFRJ campus Eng. Paulo de Frontin, realizou visita a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica em Agronegócios (Ineagro) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), já em 2013, participou de missão técnica, conjunta com o SEBRAE a Incubadora de Empresas e Projetos do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), em Santa Rita do Sapucaí, MG.

No dia 11 de fevereiro de 2014, o IFRJ campus Eng. Paulo de Frontin participou, na Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC), em Brasília, de reunião do Grupo de Trabalho (GT) do Fórum de Pró-Reitores de Extensão da Rede de Educação Profissional e Tecnológica (Forproext) que em parceria com a Setec/MEC, discutiu com diversas incubadoras dos Institutos Federais por todo país, o núcleo estruturante da política de inovação dos Institutos Federais (NEPI), com propostas para estruturar manuais e procedimentos para hoteis tecnológicos, incubadoras de empresas e empresas juniores na rede como um todo, onde a experiência de Eng. Paulo de Frontin foi compartilhada.

No dia 15 de maio de 2014, o IFRJ campus Eng. Paulo de Frontin foi recebido tanto pelo Diretor Executivo e CEO, quanto pelo Coordenador de Articulações Corporativas do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que em seguida, realizou visita técnica a Incubadora de Empresas da UFRJ. Foi realizada ainda visita técnica ao Instituto Gênesis, incubadora de empresas da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Por fim, no dia 10 de março de 2017 a equipe do IFRJ campus Eng. Paulo de Frontin visita a Incubadora de Empresas Tecnológicas (IETEC) e a Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Solidários Sustentáveis (ITESS) do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ).

Estudos e publicações acadêmicas

Mediante a entrega, no dia 21 de junho de 2013, de relatório técnico subsidiado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com o Campus, que após horas de consultoria e diversas visitas técnicas, aponta de forma clara pela viabilidade de implantação de um polo de tecnologia da informação no município de Eng. Paulo de Frontin, ratificando a percepção da necessidade da implantação de uma incubadora na unidade, considerando o início da operação de um campus do Instituto Federal do Rio de Janeiro recentemente implantado na região centro-sul fluminense com clara atuação no eixo de informação e comunicação, este trabalho não apenas apontou caminhos, mas orientou e impulsionou a proposta que já vinha ganhando espaço.

Nos dias 13 e 14 de novembro de 2013, foi publicado no Congresso Internacional do Conhecimento e inovação, sobre empreendedorismo, inovação (III Ciki) o seguinte artigo: “Educação: estratégias do IFRJ para o Pólo Tecnológico em Eng. Paulo de Frontin”. Outro estudo que também apontou para a importância de uma incubadora de empresas em Eng. Paulo de Frontin, foi o resultado do edital interno nº 07/2015 referente ao  Programa  Institucional  de Incentivo   à   Prospecção   de   Mapa   de   Oportunidades   junto   aos   Arranjos   Produtivos   Locais   (APLs) – prospectar, tendo plano de ação homologado no dia 26 de outubro de 2015, para área de prospecção do grupo sobre economia criativa, tecnologias sociais e ensino de ciências, sendo o relatório final entregue em 27 de maio de 2016. Entre 8 e 11 de setembro de 2015, no XLII Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (Cobenge 2015) foi publicado artigo que versa sobre empreendedorismo, inovação e educação: estratégias do IFRJ para o Pólo Tecnológico em Eng. Paulo de Frontin. Por fim, nos dias 10 e 11 de novembro de 2015, um outro artigo foi publicado no IV Simposio internacional de ingeniería industrial en calidad de ponente, da Universidad el Bosque, em Bogotá, D.C.| Colombia.

Divulgação externa da incubadora

Objetivando preparação para o lançamento do projeto, e pré-divulgação do mesmo, foram selecionados alguns locais e reuniões estratégicas em diversas entidades, órgãos e instituições de referência fora do IFRJ. Por este motivo que em 31 de maio de 2016, o projeto da incubadora foi apresentado a empresários na reunião do Conselho Empresarial (CE) de Inovação e Tecnologia, da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio). Em 11 de julho de 2017, o projeto da incubadora foi apresentada a empresários no Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (TI Rio), no dia 8 de agosto de 2017, no município de Três Rios, RJ o projeto da incubadora foi apresentado a empresários no Centro Vocacional Tecnológico (CVT), durante palestra a convite do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) daquele município.

Em 18 de agosto de 2017, na cidade de São Paulo, SP o projeto da incubadora foi apresentado a alguns empresários durante reunião do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), realizada no World Trade Center (WTC), No período compreendido entre 21 e 22 de agosto de 2017, a incubadora foi tema de reuniões na Secretaria do Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura (MinC), com alguns dirigentes durante o workshop presencial do programa Líderes para o Futuro, na Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC), no Departamento de Inclusão Digital, da Secretaria de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e na Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), todas em Brasília, por fim, no dia 15 de setembro de 2017, a incubadora foi divulgada em pleno Rock in Rio, no estande do Rio Criativo, durante o Game Experience.

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